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Página Inserida em Jan/2016   

Memórias   Pessoais

 

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Memórias do Grupo Escolar  General Osório -  Osório -   (1952-1958)

 

1 -  Generalidades:  De  acordo com Ref. (1)  o  prédio em que funcionava o Grupo Escolar teve sua construção iniciada  em 1934 e concluida em 1936.  Ele foi  construido no local chamado Campo da Redenção.   A  parte da frente  da escola possuia (e possui)   uma arcada com 2 colunas e ficava  orientada  para  a rua  Cel. Reduzino Pacheco, ou seja, a frente  tinha  orientação  norte-nordeste, certamente para aproveitar melhor a luz solar durante as horas de  aulas do periodo letivo. Ver foto da esq. abaixo. que mostra  o grupo escolar na década de 1940. A foto da dir. é um detalhe de uma foto maior: essa  foto é   do inicio de  1956 e  mostra o predio  e um enorme pátio que era utilizado para os alunos brincarem na hora do recreio bem como para  aulas de ginastica (educação física)  e tambem para  os alunos praticarem  esportes (futebol, vôlei, basquete etc.).  Nota-se da foto, que nesse ano, o quarteirao da escola já estava totalmente murado. Alem do acesso pela Santos Dumont,  havia 3 portões nesse muro, um na Bento Gonçalves,  outro na Cel. Reduzino Pacheco e outro na  Mal. Floriano Peixoto, todos situados perto do meio da quadra. No quarteirão havia tambem uma ou mais  casas   entre o prédio do Grupo e a rua Bento Gonçalves, dedronte para a Santos Dumont. Numa dessas casas  morava a dona Olga e familiares. essa senhora  tinha a incumbencia de zelar  pela  manutenção da escola (limpeza, etc.).

 

 

2- Dona Olga:

Essa senhora (já viúva na época)  tinha tambem  a função de  "bater a sineta", chamando os alunos para formarem fila. Os alunos entravam na escola pelas portas dos fundos (defronte a rua  Santos Dumont). Depois de formarem  filas, cada professora vinha até a porta e conduzia seus alunos para a sala de aula. Todos os alunos entravam, iam para suas carteiras (mesas)  e  ficavam de pé, até a professora autorizar que se sentassem.    Não  lembro se faziamos alguma oração antes de iniciar a aula.    Inicialmente, a duração do Curso Primário era de 4 anos; porem no periodo  em que lá estudei, passou a ser de 5 anos. Outra funcionaria que lembro  que tambem trabalhava na escola  era a dona Hilda ? (nao sei o sobrenome) que morava em uma casa localizada na  rua Santos Dumont, defronte a escola. 

Nota: Segundo fiquei sabendo bem depois, pela minha irmã Haidê Mamed,   a dona Olga inicialmente morava na  "Rua dos Trilhos" (atual Av. Getulio Vargas) nas imediações da atual  RS-30.  Ela era de origem polonesa. Quando Getulio Vargas veio a Osório em 1929 junto com Borges de Medeiros para inaugurarem a Usina Santa Marta, que fabricava açúcar,  o trem em que veio o presidente  parou em frente da casa dela, para tomarem uma água fresca.  Ela então atendeu muito  bem a comitiva. Getulio   Vargas,  indagando da situação dela ficou sabendo que era viúva com filhos para criar. Pesaroso da situação,  perguntou a ela se ela tinha interesse em trabalhar  na escola da cidade (o atual Grupo Escolar). Recebendo resposta afirmativa, Getulio Vargas disse para ela se apresentar na escola e falar com a diretora! Foi assim que a dona Olga ficou sendo  funcionária da escola! Como esse fato aconteceu em 1929, em 1955 (quando ali estudei) a dona Olga já deveria ter uns 25 anos de função.  Nessa época a dona Olga já apresentava sinais de ser idosa.   

 

3 -  Merenda Escolar e o Recreio:

Houve um tempo em que era servido um lanche para os alunos dentro da escola; geralmente era um copo de aveia (que eu nao conseguia gostar) e  eventualmente um copo de chocolate em pó  quente (que eu apreciava muito). Pelo que me consta, na epoca só vendiam chocolate em pó em latas, era  da marca Toddy ou Guri (da Neugebauer). Sobre esses lanches,  os  aluno eram  obrigados  a  tomar, mesmo que eu nao quisessem! Assim, eu tomava o copo de aveia contra a vontade!       No meio do turno  da manhã  (9h30min) havia uns 15-20 min de  recreio onde os alunos iam brincar no patio e quem levava merenda (frutas, pão com manteiga ou geleia, bolacha, chocolate, doces, etc.)  podia fazer um lanche.  De igual modo, as 15h30min havia outro periodo de recreio no turno da tarde. Havia tambem um bar na escola  para quem quisesse comprar um chocolate,  balas, doces, etc.. Esse  bar só funcionava  na hora do recreio!

4 - Horários de funcionamento do  Grupo Escolar:

De inicio, o grupo escolar funcionava com 2 periodos (manhã e tarde) com 4 horas de duração: das 8 as 12 horas   e das 13 as 17 horas. Houve um tempo, porem, ali por 1957-58 ,  que devido a quantidade de alunos matriculados, a Direção teve  que fazer 3 turnos por dia: das 8 as 11 horas; das 11 as 14 horas e das 14 as 17 horas. Esse sistema funcionou por certo tempo, depois retornou ao normal, ou seja, turnos de manhã e à tarde. Não havia aulas à noite!

5 -  Como era uma sala de aula

Essa pintura de  Ernest Zeuner (1868-1950) faz lembrar  como era o ambiente  de uma sala de aula nos anos 1950 no Grupo Escolar Gen Osório. Os alunos usavam   guarda-pó branco; sentava-se em cadeiras e escrevia-se nas carteiras (mesas);  usava-se giz branco para escrever no quadro negro (cujo fundo era de uma cor verde-escura). etc..  Geralmente os lápis eram pretos por fora. Alguns  lápis (de cor branca)  vinham com a tabuada escrita na  superfície  e outros  tinham uma borracha na ponta. A marca do lápis mais usada era Johann Faber!  Tambem já havia lapis coloridos para desenhar. Vinham  dentro de um estojo de papelão; esses lápis eram  também da marca Johann Faber. Ninguém usava lapiseira naquele tempo! Só lapis!

  

 

6 - O "João Pipoqueiro":

João  Vichinheski (?)  morava em uma  casa defronte ao Grupo, na rua Santos Dumont. Na hora do recreio, lá ele  estava  com  seu carrinho de pipoca  na calçada (ou dentro do pátio da escola), para atender os alunos, tanto do Grupo Escolar como do Ginásio Conceição, pois as duas instituições de ensino funcionavam no mesmo local (na Santos Dumont). Seu  João  era uma figura muito conhecida na cidade e muito querida pelos alunos. Era um amigão de todos nós! Sempre simpático e sorridente, deixou uma boa lembrança para quem o conheceu.    Além da escola,  aos domingos à tarde - no horario das matinés -   o "seu João"  levava o seu carrinho de pipocas  para a frente dos cinemas Labor ou Central.  A foto abaixo do "João Pipoqueiro" (de camisa branca) foi cedida por Aloisio Mamed Adib. Nota: Essa foto foi tirada em Capão da Canoa, portanto no período de  verão o "seu João" se deslocava para essa praia para vender pipocas.

 

7 - A Caderneta de Poupança Juvenil:

Outro fato que lá aconteceu  foi   o seguinte: em certa época (1955 por aí) apareceram na escola   uns representantes do Banco Agrícola Mercantil S/A  que tinha   uma  agencia em Porto Alegre. Fizeram uma reuniao com os professores e com os alunos, estimulando os alunos  em  abrir uma Caderneta de Poupança. Que o   dinheiro depositado  ficaria rendendo juros   e quando o aluno fosse adulto teria entao um bom valor o para sacar.  Entao alguns alunos - como eu -   pediram dinheiro para seus pais  e  abriram uma conta, receberam uma caderneta (ver imagem abaixo) que indicava   o valor depositado.  Porem o que aconteceu foi o seguinte: O  dinheiro evaporou-se com o tempo, corróido pela inflação que se seguiu nos anos seguintes.  Posteriormente (nos anos 1960) o tal  banco foi incorporado por  outra instituição bancária.  Resultado final: Ninguém mais viu a "cor do dinheiro" que depositou!  Nota: Tempos depois, um primo meu que trabalhou nesse banco, me disse que viu o meu nome entre os correntistas do banco, mas que o saldo da conta  era mínimo. As  imagens abaixo da "tal caderneta de poupança" foram obtidas do Almanaque Gaúcho (jornal Zero Hora, de 17/Out/2011)

   

 

8 - Jardim de Infância (1952)

Em 1952 quando eu comecei a frequentar a escola, entao com 5 anos de idade,  eu entrei no chamado "Jardim de Infancia" que tinha a finalidade de preparar as crianças para o ambiente escolar do Curso Primário. Ali fazia-se brincadeiras, aprendia-se a desenhar, etc. Segundo me consta, minha professora no "Jardim" foi   Clelia Guimaraes Silveira. E assim passamos o ano todo.  Creio que a diretora - nesses ano -  já era  Lyra Rodrigues Diehl.

9 - Curso Primário (1953-1958):

Comecei o primario em   1953  eu   frequentei a 1a. serie onde comecei a aprender a ler e a "fazer contas"  de matemática, as chamadas 4 operações. Nao lembro se no 1o. ano aprendia-se a "multiplicação" e a "divisao". Creio que só "somar" e "diminuir". Mas tinha que se   decorar a "taboada", isso sim!  Alguns lápis (da marca Johann Faber) já  traziam a taboada impressa no seu "lombo".  Minhas professoras foram Nayde Emerim e Dilma Machado, que talvez  fosse  recém-formada. Elas aparecem na  fotografia  abaixo. Nesse ano eu  fui aprovado ou "passei",  como se dizia. A professora Dilma morava com outras colegas no Hotel Marques, localizado na rua Julio de Castilhos, entre as ruas  Manoel Marques da Rosa e a Santos Dumont. Em verdade, as professoras moravam em uma casa contigua ao hotel. O  hotel era conhecido como o "Hotel do Seu Leôncio" (Leôncio Marques). Em 1957,  esse hotel mudou de nome e passou a ser chamado de Hotel Centenário. A foto abaixo mostra algumas das  professoras do Grupo Escolar.

   

Da esq. p/ a dir: Elza Nascimento, ?, Lyra Diehl, Dilma Machado (de pé), ? (branco, atrás), Nayde Emerim (óculos), Gilda Diehl e Laura Menger

   

Em 1954, no 2o. ano, minha professora  era  chamada Eva Ivone Worm. Ela era de pele clara, parecendo ser de origem alemã  e usava sempre vestido preto, em sinal de luto. Creio que ela tinha ficado viúva algum tempo antes de vir lecionar em Osório.  Deveria ter uns 35-40 anos. Nesse ano eu fui reprovado ou como se dizia "rodei"! O motivo: eu só queria saber de cinema; eu  ia assistir  os filmes do Cine Labor à   noite, pois,  na época, nao era proibido as crianças irem a sessoes noturnas  e aí - de manhã - quando ia para escola  eu nao prestava atenção, e alem de tudo, ficava perturbando as aulas! Depois de diveras admoestações da professora, recebi o castigo, bem  merecido, por sinal: Reprovação!  

Desse ano lembro um fato que nao esqueci! Certa manhã, já estávamos dentro da   sala de aula, com a aula transcorrendo normalmente, quando - por volta de 9 horas -  veio uma pessoa (dona Olga?)  comunicar a professora para encerrar a aula e mandar os alunos de volta para casa.   O motivo: o presidente Getulio Vargas  tinha se suicidado na madrugada daquele dia no Rio de Janeiro. Portanto isso aconteceu numa 3a. feira (24 de agosto de 1954).

Em 1955, repetindo o 2o. ano, no 1o. semestre minha professora foi Miriam Casarin, uma professora  jovem de porto Alegre,  que veio lecionar em Osório. Essa professora me fez gostar da sala de aula, por sinal, foi  muito querida comigo com os demais alunos.  Talvez por saber cativar o aluno, embora estivesse ainda  iniciando!  Fiquei triste quando soube que ela nao ia continuar no 2o. semestre!   No seu lugar ficou  a professora  Gilda R.  Diehl, filha da diretora (Lyra R.  Diehl) que havia se formado no ano anterior  no Curso Normal, no Colegio Santa Terezinha, de Santo Antonio da Patrulha. Tambem me dei bem com a professora Gilda, prestava atenção nas aulas   e aí fui aprovado com boas notas. Nota:  No final do ano, a professora Gilda  convidou  os melhores colocados da aula  para ir a sua casa e nos ofereceu refrigerante, doces  e salgadinhos. Lembro de até  ter ganho um livro infantil de presente! Pelo que lembro, o nome do livro era  "Soldadinho de Chumbo"!

Em 1956, fui para o 3o. ano e minha professora foi Maria Teresinha Tavares.  Tudo transcorreu normalmente e fui aprovado. De igual modo, a professora no final do ano, premiou os melhores alunos, oferecendo  doces e salgadinhos com refrigerante  no local onde residia, uma casa contigua ao Hotel Marques.

Em 1957, fui para o 4o. ano e minha professora foi Elsa Tietbohel Nascimento.  Tudo transcorreu normalmente e fui novamente aprovado.

Em 1958, fui para o 5o. ano e ultimo ano.  Nesse ano tive 2 professoras: Loiva Valente  e Laura Leal Menger. De novo tudo transcorreu normalmente e fui aprovado.

10 -  Diretoras e  Professoras do Grupo Escolar, no periodo 1950-1960. 

Na relação abaixo estão  indicados os nomes das diretoras e das  professoras que lecionaram no grupo escolar dentro dos  periodos indicados; mas não necessariamente durante todo o periodo.  Os nomes foram colocados de modo aleatório e não estão em ordem alfabética; eventualmente pode estar faltando um ou outro nome.

As diretoras foram Lyra Rodrigues Diehl e  Isaura Maria Goldani.

As professoras que lecionaram durante o  periodo 1950-1955 foram:

Clelia Guimaraes Silveira Isaura Maria Goldani  Elsa Tietbohel Nascimento Nayde  Emerim Loiva Valente
Eva Ivone Worm   Leda Maria Leal    
Gilda Rodrigues Diehl   Maria Canizia Bastos Stenzel Maria Teresinha Tavares Dilma Machado
Maria José Duarte Miriam Vieira Casarin Alice Maria Barnetche   Lucy Maria Gil
Maria Cândida Maria Ferrari Maria Luiza Medeiros Terezinha F. Dutra Terezinha Santos
Alice Braz Leovelina S Flores Sonia Chemale    
         

 

E  durante o periodo 1956-1960:

  Isaura Maria Goldani  Elsa Tietbohel Nascimento   Loiva Valente
   Laura Menger Leda Maria Leal  Haidê Luisinha Mamed Arilde Ramos
Gilda Rodrigues Diehl Lea Solange Mendonça Maria Canizia Bastos Stenzel Maria Teresinha Tavares Eloá Bertolazzi
Maria José Duarte   Alice Maria Barnetche Dilma Machado Lucy Maria Gil
Maria Cândida Maria Ferrari Maria Luiza Medeiros Terezinha F. Dutra Terezinha Santos
Alice Braz Leovelina S Flores Sonia Chemale

Loni Batista da Silva

 
         

 

 

 

 

Referências:

(1) - Remembranças de Conceição do Arroio - Vol 1, de Guido Muri (1987)

 

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Histórias  do Grupo Escolar General  Osório

1)  Certa vez eu  fui  levado  a sala da diretora por  mal-comportamento em sala de aula.    Isso deve ter sido em 1954, pois nesse ano (2o. ano) eu fui reprovado. Minha professora - lembro bem -   era a  profa. Ivone Worm  que usava  sempre um  vestido preto. Parece-me que ela era  viúva!   Uma viúva ainda nova, por sinal.  Esse era o traje dela. Vestido preto! Como eu era  realmente  tinhoso, conversava muito e atrapalhava a aula dela, a professora foi me marcando "na paleta" ! Então - certo dia - não me aguentando mais, ela me chamou na frente, abriu a porta da sala de aula e  acenou para uma assistente (que estava no corredor) e pediu que ela me levasse  pra secretaria. Aí eu "levei medo"  porque a diretora na época (dona Lyra)   tinha  cara  de "poucos amigos". Não lembro de ver  ela sorrindo   para alguem,  pelo menos dentro da  escola. Aí a assistente me conduziu até a secretaria. Bateu na porta da sala e  a  diretora  mandou que entrássemos. Ela abriu a porta e deixou a porta entreaberta.  Eu - tremendo que nem vara verde - fiquei  de pé em frente à mesa da diretora. Fiquei  paradinho, esperando uma "bronca daquelas"!  A  assistente que me levou lá,  pediu  então licença pra diretora  e se retirou  da sala! No momento em que ela sai da sala  e puxa a porta pra fechar, eu olho pra trás  e o que vejo?  Um aluno  (não lembro quem) DE JOELHOS  olhando para o chão, em posição de oração. Pois não é que a citada diretora  tinha botado esse aluno  "de castigo" naquela posição! Certamente pra ele   aprender a não ser "mal-comportado" em sala de aula!!  Que cena! Um aluno ajoelhado! Eu nunca tinha visto isso!   Bem , aí a diretora me deu uma  "bela carraspana" e me mandou voltar pra sala de aula!  Ainda bem que ela   não mandou me ajoelhar e fazer companhia ao colega de infortúnio.  Depois dessa, nunca mais fui pra secretaria!!! A lição foi bem aprendida!

2)  Um dos alunos mais endiabrados da escola era o Lahyr.  Ele  tinha um espelhinho, desses de formato redondo que se usava na época pra pentear o cabelo, e    levava  o espelhinho pra aula, escondido   no bolso da calça ou do  "guarda-pó", aquele avental branco que os alunos usavam  na escola pra nao sujar suas roupas.  Era costumeiro  o   Lahyr - durante os momentos de recreio -  quando  via  um grupo de alunas  conversando, ia se chegando pra perto delas. Então,   ao chegar perto,  disfarçadamente  colocava o  espelhinho, amarrado com um elástico pra ficar bem  preso em cima do pé.  Aproximando o pé (do espelhinho)  das costas das gurias, ele  ficava olhando pra baixo!  Só pra ver  as calcinhas das gurias! Quando as gurias desconfiavam do "lance" dele, davam um grito  e   um corridão no Lahyr  que pegava o espelhinho bem ligeiro  e saía correndo pelo pátio, olhando para  trás  e rindo da cara delas!   O interessante é que o Lahyr  vivia " pegando no pé" de uma certa aluna, e  gozando com o "jeitão"  desengonçado que ela tinha!  Como a gente botava apelido em tudo, essa ficou conhecida como a "Maria Camionete"! Não sei porque, pois não é que os dois acabaram se casando! Como são as coisas!!!

 

(continua)


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